Olá meninas!

Quem me segue no @cool50s sabe que nas últimas semanas a minha vida – e de toda a minha família – tem girado em torno da saúde do meu pai.

Entre meu trabalho, idas constantes ao hospital, posts diários no Cool e editar o Inconformidades do lado do André, quase tive um burnout. Ah, e dei férias para a minha funcionária. Tenho a síndrome da fazedora, tipo “missão dada é missão cumprida”, e saber parar não é o meu forte.

Deixei a minha leitura de lado e só agora, depois de três semanas e com a rotina se adaptando a essa nova realidade, encontrei um pouco de prazer em coisa diferentes. E deixar meu apartamento tinindo de limpo foi um deles.

O que me fez mais feliz – pasmem – foi adquirir um aspirador vertical Electrolux. Já estava de olho no modelo sem fio, mas depois de passar uma manhã vendo resenhas de aspiradores verticais  no YouTube (isso existe!), optei por esse modelo com fio e super leve. Comprei nas Lojas Americanas por R$180,00 – achei o preço bem justo – e passei o fim de semana como a louca do aspirador. Não sobrou um pelo de cachorro para contar a história.

Fui na Livraria da Vila e comprei, finalmente, o livro da maravilhosa psicanalista Regina Navarro Lins, “Novas Formas de Amar”.  Já estou na metade, meio que fazendo uma leitura dinâmica, e não sei se estou amando ou odiando. Lendo sobre o fim da monogamia como conhecemos e a falta de tesão em relacionamentos duradouros, me senti um Tiranossauro Rex. Estou em extinção?

Tentando sair do burnout, fiz uma sessão de Barra de Access com a maravilhosa Arandi, do Spa Da Alma @spa.da.alma, aqui em São Paulo. Para quem nunca ouviu falar em Barra de Access, essa é uma técnica de expansão de consciência que, através de toques nos nossos 32 pontos de energia, nos auxilia a quebrar nossas crenças limitantes. Com os toques, o fluxo de energia é liberado e mágicas acontecem. Juro. Não sei explicar, mas até a qualidade do sono melhora MUITO! Só fazendo para saber e sentir o que essa terapia tem de bom.

Por último, resolvi investir em uma bota que sei que vou usar para sempre. Depois de praticamente me desfazer de mais da metade do meu closet e dos meus sapatos, colocar em brechós roupas jamais usadas e óculos e bolsas semi novos, fiz um pacto comigo de só comprar poucas peças e de qualidade.

Se a marca que estou de olho é muito cara para o meu bolso, espero uma liquida de 70%. Senão, somente quando posso. Sem truques. Não me enganam mais peças baratas que encalham no armário.

Quero usar tudo até furar. Como os sapatos da @luizaperea. Sim, são caros. Mas cada par que tenho dela valeu cada centavo. O conforto é inigualável. E aos 53, tudo o que mais quero é isso. Mas com um hype, né?

A Mirella da @luizaperea sabe disso, e assim que lançou esse coturno-bota sensacional, sabia que eu ia querer um. Ao lado do meu tênis Madison e da botinha de couro havana que está até sem cor, essa nova vai comigo pra todo lugar. Estou doando o resto, alguém quer?

Um beijo e até a semana que vem.

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