“A vitalidade é demonstrada não penas pela persistência, mas pela capacidade de começar de novo…” F. Scott Fitzgerald

Ano novo começou mas muitas vezes tenho a impressão de que estamos vivendo mais do mesmo, com as constantes notícias sobre Covid, Influeza, e gripes “H”. O assunto é importante, mas a coisa tá chata de mais. Só se fala disso, pelo amor de Deus! Covid e Influenza viraram até desculpa social.

Qualquer espirro é argumento para cancelar compromisso ou não encontrar com as pessoas. “Acordei com o nariz escorrendo, não vai dar para ir no encontro da faculdade!”. Quem não usou ultimamente um resfriado para cancelar compromisso, levanta a mão.

As pessoas voltam a se isolar e pregar restrições, e bem no mês em que falamos de Saúde Mental. Como dá para manter a sanidade em meio á uma realidade tão adversa? Creio que a minha querida avó estava certa, temos que viver!

Mais do que nunca precisamos de convívio e do tipo saudável. Nem vou falar sobre vacina. Não é sobre “gostar” é sobre “precisar”. Larga de ser chato, respeite os outros e tome! Vacinado e com um pouco de bom senso dá para viver bem mesmo respeitando as regras de convívio.

Chopp depois do beach tennis, cerveja no final da tarde, jantar com quem se gosta, drinks no happy hour… Não importa, e escolha é sua. Mas vai viver!

Encontre, beba, celebre, e, pelo amor de Deus, fale de coisas boas e agradáveis! Se for pra sair e ficar elocubrando sobre coisa ruim, fica em casa… E fora do celular! Ninguém precisa de mais um “urubulino” na turma falando coisa chata.

Seja consciente sim, mas grato todos os dias sobre o fato de que você está bem. Tem benção maior do que essa em quase três anos de pandemia? Então, brinde à vida e esteja com pessoas que te fazem bem. E, podendo, beba. Preferencialmente com moderação e respeitando os limites.

Tome seu drink preferido e experimente coisas novas. Lembre-se de que muitos drinks são resultado de experiencias medicinais ou circunstâncias desafiadoras.

Caso do gin, por exemplo. Tem sua origem na Holanda, na Idade Média, quando descobriram os efeitos médicos, o poder de cura e desinfetante do “schnaps” destilado com frutos de zimbro (“genever” é zimbro em holandês) que era usado para combater a febre e até mesmo a praga!

Durante a Guerra dos Oitenta Anos (1568-1648), os soldados holandeses deveriam beber o “genever” para sentirem-se mais corajosos. Foi nessa época que o gin foi para a Inglaterra onde o consumo explodiu e chegou a 47 milhões de litros em um ano… isso no século 18!

O gin tônica também tem suas origens no combate a enfermidades. Quando os ingleses colonizaram a Índia, os soldados tinham que tomar quinino todos os dias para
prevenir a malária. Para tornar a mistura mais tolerável, incluíam água, açúcar e sal até que alguém teve a gloriosa ideia de incluir gin!

Benditos aqueles que contribuem para as nossas experiencias etílicas e gastronômicas! Afinal, drinks e comidas são excelentes catalisadores de bons encontros além de terem origens interessantes.

Você pode fazer uma lista de drinks para tomar, comidas para experimentar ou lugares para ir! Opções não faltam para regar os sentidos e embalar boas conversas.

Uma prova de que boas coisas são criadas até nos periodos mais desafiadores e que a nossa sanidade depende de vivermos o bem, de todas as formas que ele vem. E lembre-se; se a vida te der limões… Faça um gin tônica!

Tem muito filme daqueles que faz bem ver. Gosto de “Antes de Partir” (The Bucket List – 2007) no qual Morgan Freeman e Jack Nicholson em meio a uma grande adversidade fazem a opção por viver bem, e com estilo!

Musicas também tem uma infinidade sobre o bem viver, mas hoje em homenagem à Dona Escolastica (minha avó!) eu vou de sambinha: Luiz Melodia, “Sem hora pra Voltar”…

“Eu vou ficar no morro,
a Lua é de vidro
e ilumina lá do céu
fonte de um amor positivo.
Vou degustar do
tempero gostoso de Dona Euridice,
batucar nosso samba que tem origem,
garanto que a vida vai melhorar…”

Um brinde á vida!
Cheers!

Fonte: World Gin Club

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