“O melhor livro de memórias que eu já li”, comentou Oprah Winfrey, e isso não é pouco. Will Smith – ator, cantor, nobreza de Hollywood – resolveu dividir suas vivências, reflexões, e parte da sua intimidade nas páginas desse livro que traz seu nome no título, escrito com a ajuda de Mark Manson (autor do best seller “A Sutil Arte de ligar o f*da-se”).                                                

“Repleto de lições de vida e momentos a-ha!”, elogiou a apresentadora, que o recebeu numa  super honesta entrevista para a Apple TV onde ele, além de outras informações sobre o showbiz, dividiu sua experiência no relacionamento de quase duas décadas e meia com Jada Pinkett Smith, igualmente talentosa, mãe de dois de seus três filhos.              

“Permitimos um ao outro confiança e liberdade, com a certeza de que cada um de nós tem o direito de encontrar o seu próprio caminho”, ele disserta sua sabedoria para a amiga de longa data. 

E é no mínimo revelador, pelo menos para mim, saber que eles, depois de tantos anos vivendo – como eu – um acordo monogâmico longevo, rearrumaram muito felizes as diretrizes da sua parceria, deixando o termo “casamento” para trás e a necessidade de exclusividade no sexo. Uma conversa que com certeza deixaria a nossa querida Regina Navarro Lins orgulhosa.          

Relacionamentos se esgotam, mesmo aqueles que conseguem manter suas chamas acesas até o final. As sexuais, emocionais ou intelectuais.      

E o que eu descobri com meus erros e acertos, momentos de extrema alegria e outros de total descrença na instituição marital, é que não existe segredo para o pas des deux da felicidade. Ou uma fórmula perfeita. Talvez revalidar de tempos em tempos esse contrato seja mesmo uma boa ideia. 

Tornar fresco o que já estava maduro e enganar o fim com personagens novos para os mesmos atores. De qualquer forma, é uma luta árdua, um jogo cheio de manobras. Mas que justificará o esforço, enquanto valer a pena.      

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