Feliz Ano Novo, queridos! Torcendo para que seja um ano mais leve e com a tão esperada vacina. Enquanto isso, desejo muita força, foco, fé e café em nossa caminhada. Em tempos de isolamento social e grande aumento do uso das redes sociais, por onde anda o tão necessário bom senso na hora de emitir uma opinião? Vocês têm tido essa impressão?

É claro que em um ambiente democrático iremos nos deparar com as maiores excentricidades, mas, ultimamente, percebo que, de fato, limite só quem tem mesmo é município. Opinião sem sentido, comentários gratuitos emocionados estão se tornando cada vez mais rotineiros nas redes sociais. Com qual intuito? E a conta é tão simples: não curte o conteúdo? Next! Para que julgar ou ofender?

Se antes o mundo já não estava fácil, agora vivemos em um momento de grande instabilidade. De incertezas. Cada um sabe o quanto o calo aperta e, sim, é impossível tentar andar com os nossos sapatos. Se estar cem por cento pleno já é um desafio, imagina em meio a uma pandemia?

Acrescenta, agora, a pessoa precisar matar um zoológico por dia e ainda se deparar, em um momento que deveria ser de lazer, com críticas e um montão de julgamentos sem escalas. Enlouquecedor, certo? Um viva ao espaço e, até mesmo, a egotrip alheia. Vai que é na rede social que se consegue se desligar de tudo e garantir um pouco de equilíbrio da sanidade mental?

Nesse momento, eu aplaudo de pé perfis que vem disseminando a importância da etiqueta, algo que parece que ficou esquecido no século passado. Crescemos tanto tecnologicamente que abandonamos o cuidado com o outro?

Nesse momento, eu prefiro ficar com uma mensagem do famoso Ursinho Pooh que diz algo mais ou menos assim: “se você não tem nada de bom para dizer, fique em silêncio”.

Um beijo e até a próxima!

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Hoje o que me resta é assistir a ruína da fantasia que criei para tentar ser feliz. Nossos personagens despidos, me acusando injustamente.