Fale um pouco sobre você. Nome, idade, atividade atual, onde mora. Como e por que começou a fazer o que faz hoje. Gosta? Pretende mudar?

Meu nome é Lívia Maria, todos em casa tem Maria no nome. Promessa da minha mãe. Tenho 50 anos e moro em São Paulo. Sou psicóloga, formada pela PUCCAMP em 1994 e apaixonada pela alma humana em toda sua complexidade. Se eu gosto do que faço? Adoro! Recentemente voltei a prática da psicologia clínica. Juntei toda a minha bagagem, minha milhagem e, com muito carinho e dedicação acolho aqueles que me procuram querendo se conhecer, se fundamentar, se reencontrar na sua totalidade. Mas para que eu pudesse estar inteira nessa escolha profissional de hoje, eu antes escutei meu coração e minha intuição quando me pediram para maternar e lá fui eu, como uma boa escorpiana, me meter a fundo na maternidade. Vivendo suas dores e delícias em tempo integral e pausando temporariamente minha vida profissional. Meu marido, parceiro, apostou na minha decisão. Como sempre acreditei que existe tempo para tudo na vida, hoje estou aqui, no encontro do tempo e espaço perfeitos para me dedicar a psicologia.

Acredita que somos mais felizes agora, na maturidade?

A maturidade traz sabedoria. E, com leveza e bom humor traz felicidade. Escrevi um pouco sobre isso neste texto: “A obrigação de ser feliz”.

Chegou aonde pretendia, financeiramente – ou mesmo em termos de relacionamentos – onde imaginou? Faz um planejamento financeiro para o futuro? Ou deixa nas “mãos de deus’?

Tenho o prazer de ter um companheiro de vida. Financeiramente, tenho me organizado com mais afinco.

O que mais incomoda nos 50 anos? Envelhecer, sob o aspecto físico, é uma questão? Ou não?

O que mais me incomoda são os sintomas da menopausa. As noites mal-dormidas e os calores são os que mais tenho dificuldade de controlar. Sigo na luta. Mas é do colágeno do que eu mais sinto falta! Descobri o Radiesse e o Ultraformer e sempre que posso, faço.

Como lida com a beleza? Faz algum procedimento estético? Faz alguma dieta especial? Atividade Física?

Tenho descoberto uma beleza em marcas de expressão que nunca achei que veria antes. Marcas da vida. De risadas bem dadas, anos bem vividos. Nunca fiz procedimento estético fora os bioestimuladores de colágeno. Tento manter uma alimentação saudável, apesar de, como uma boa mineira, amar uma mesa farta. Aprendi a gostar de atividade física, hoje faço 4x por semana. Musculação, que priorizo, caminho/corro uma vez e dedico outro dia para a minha paixão recente. O Flow. Uma modalidade que trabalha o corpo de forma integrada e tem como pilares movimento, respiração e fluidez. Mistura flexibilidade da yoga, a força do pilates numa coreografia fluída e ritmada.

Quando você pensa em saúde aos 50 anos, o que mais te preocupa?

Ser saudável. De corpo, mente e espírito. Trabalho para que isso aconteça.

Tem uma rotina de “sanidade”? Hábitos quando acorda, quando dorme?

Durmo com as galinhas e acordo com os galos. Confesso que queria gostar mais da cama pela manhã. O que me orienta é uma rotina na medida do possível flexível para que eu possa ter meu tempo de ócio. O que anda difícil ultimamente. Não gosto de usar o celular à noite e tento ler antes de dormir.

Quais são seus luxos? Roupas? Massagem? Terapia? Tem alguma coisa que deixa o seu “dia a dia” mais leve? Alguma “ilha de paz” quando enlouquece dentro de casa?

Meu maior luxo ultimamente tem sido uma noite de sono bem dormida. Minha ilha de paz é qualquer canto silencioso.

O que te mantém nos eixos? O que te tira o sono?

Rotina e foco me mantem nos eixos. Menopausa me tira o sono.

Ainda tem algumas fantasias? Se sim, quais? Vale qualquer uma…

Fantasias? Sonhos? Tenho um monte! Conto quando se tornarem realidade, se não perde a graça!

O que te faz feliz hoje? Pode ser no dia a dia…

Um dia de sol, brisa fresca, barulho de água na montanha, meus filhos, um bate papo em roda de uma mesa jogando horas a fio de conversa dentro como me ensinou a Tipiti Barros do @fikaconversas.

Quem te inspira?

Encontro inspiração em tudo que é canto. É só ter um olhar atento.

Como se imagina aos 70 anos?

Produzindo, produzindo e produzindo!

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